
Um tumor não é uma massa estática de células idênticas. À medida que o tratamento elimina as células sensíveis, podem surgir "clones" resistentes.
O diagnóstico e o início do tratamento são apenas o começo. O maior desafio da oncologia moderna é que o tumor é dinâmico: ele evolui. Hoje, exploraremos como utilizar a IA para monitorizar a eficácia do tratamento e detectar a resistência antes que ela se torne clinicamente óbvia.

A monitorização convencional depende de medições manuais (Critérios RECIST). A IA vai mais longe:

Este é um conceito avançado: a análise da variação (delta) entre exames sucessivos.

Nem toda a inflamação é má. Na imunoterapia, às vezes o tumor parece crescer porque está a ser "invadido" por células de defesa (Pseudoprogressão).
Se a IA puder prever a falha de um tratamento dois meses antes dos sintomas aparecerem, como é que isso impacta a qualidade de vida do paciente?
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