
Na oncologia tradicional, dois pacientes com o mesmo tipo de tumor recebiam frequentemente a mesma quimioterapia. O resultado? Um paciente melhorava, o outro sofria efeitos secundários sem benefício real.
Até agora, aprendemos como a IA "vê" o DNA através das imagens. Mas o que fazemos com essa informação? Na Oncologia de Precisão, o objetivo é usar a assinatura radiogenômica para escolher a "bala de prata": o tratamento exato para aquele tumor específico.

A terapia-alvo funciona como uma chave que só abre uma fechadura específica (a mutação).

Um dos maiores desafios da medicina atual é saber quem vai responder à imunoterapia. A IA analisa a heterogeneidade espacial do tumor na imagem:

A Oncologia de Precisão guiada por Radiogenômica resulta em:
Se pudéssemos prever a eficácia de um tratamento de 50.000€ apenas analisando uma imagem de rotina, como é que isso mudaria a gestão dos sistemas de saúde globais?
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