
A premissa é fascinante: tumores com a mesma mutação genética tendem a crescer, a alimentar-se de sangue e a organizar as suas células de formas semelhantes.
Chegamos ao ponto onde o "detetive sherlockIAno" revela o seu maior trunfo. Aprendemos a transformar imagens em números (Radiômica). Hoje, vamos descobrir como esses números nos dizem exatamente qual é a mutação genética do paciente.

Vamos usar um exemplo real que a IA processa frequentemente: o tumor de pulmão.

Por que não esperar apenas pela biópsia física?

A IA está a construir um catálogo global. No futuro, cada pixel de uma imagem médica será uma "etiqueta" que aponta para um gene específico. Estamos a passar da radiologia descritiva para a Radiologia Preditiva.
Se a IA pode prever o gene pela imagem, deveríamos usar a biópsia física apenas para confirmar o que a máquina já descobriu?
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